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5 erros mais comuns na escolha de um lubrificante industrial

20. January 2016

5 erros mais comuns na escolha de um lubrificante industrial

Descubra quais são e como evitá-los

A escolha de um óleo lubrificante pode impactar diretamente a produtividade de suas máquinas e gerar despesas não programadas durante o percurso. Para evitar que isso ocorra, nós listamos 5 erros mais comuns no momento de escolher um tipo de lubrificante especial para você evitar problemas e superar seus desafios de lubrificação industrial:

1.    Negligenciar informações

Durante a fase de escolha do lubrificante, os responsáveis pelas máquinas pesadas muitas vezes cometem o erro de ignorar alguns detalhes importantes de aplicações que podem ter impacto significativo sobre o desempenho do produto. É importante fornecer o máximo de informações possíveis e ser bastante específico, pois isso ajudará você e o seu fornecedor a escolherem o melhor lubrificante adequado para a tarefa.

2.    Escolher o lubrificante pelo preço

Outro erro comum é se basear somente no preço. É certo que existe uma grande diferença de preço entre um óleo lubrificante sintético ou especial e um óleo lubrificante mineral. Porém, o preço não deve ser o único fator determinante na escolha. Fatores como redução de custos operacionais, o que resulta em um menor tempo de inatividade, maior período para relubrificação, economia de energia mensurável e aumento da produção devem ser comparados no momento da escolha do lubrificante.

3.    Ampliar a utilização de um lubrificante para outras aplicações

Muitas vezes, quando um fornecedor faz uma recomendação de um tipo de lubrificante para uma aplicação específica e é bem sucedido, o cliente pode pensar em usar o mesmo produto em outra aplicação. Infelizmente, isto, geralmente, não é uma boa alternativa. Lembre-se: cada aplicação é diferente. Por esse motivo, não é recomendável utilizar o mesmo lubrificante industrial para outra aplicação sem o contato prévio com o Suporte Técnico de seu fornecedor.

4.    Escolher o lubrificante sem o apoio do especialista

Tribologia, ciência que estuda a interação de superfícies em movimento relativo, incluindo atrito, desgaste e sistemas de lubrificação, normalmente não faz parte do currículo das escolas técnicas e por isso gera um grande déficit de conhecimento no mercado.

Até muito pouco tempo, o entendimento das pessoas sobre como usar lubrificantes se resumia a três soluções: óleo, graxa e pasta. Diziam: “Se precisa ser líquido é óleo, qualquer um serve. Se não pode pingar é graxa; são todas iguais. Se não pode escorrer é grafite (pasta ou lubrificante sólido).”

Hoje, já se tem mais consciência dos diferentes tipos de óleos e diferentes tipos de graxa e já se sabe que cada tipo terá benefícios distintos e que podem ter algum efeito não desejado se a escolha não for bem feita.

Poucos com conhecimento mais avançado relacionam a composição básica com as propriedades requeridas pela aplicação. Esses têm plena capacidade de vetar o uso de algum óleo lubrificante, mas estão longe de saber qual a melhor solução.

Fornecedores de lubrificantes especiais estão sempre redefinindo os limites, trazendo a seus clientes soluções que levam a criação máxima de valor. Isso requer investimento em desenvolvimento, produção e otimização da aplicação de lubrificantes industriais especiais o que gera novos produtos e serviços a cada dia.

Com portfolios muito variados que chegam a ter milhares de produtos, somente o especialista em lubrificação pode garantir qual a melhor alternativa para atender precisamente sua particular necessidade, aumentando a relação custo-benefício e minimizando impacto ambiental na hora de lubrificar.

5.    Escolher um lubrificante não indicado pelo fabricante da máquina

Quando um cliente toma a decisão por não usar o óleo lubrificante recomendado pelo fabricante, especialmente quando esta recomendação for exclusiva, ele está deixando de se beneficiar de todo um trabalho que foi feito entre fabricante e pelo fornecedor do lubrificante no que diz respeito a:

  • Desempenho da máquina
  • Testes que tenham sido feitos para uma melhor indicação de lubrificante
  • Vida útil do equipamento
  • Garantia da máquina

Consequentemente, o cliente pode estar colocando em risco toda sua operação por uma quebra prematura e perda de produção, resultando em prejuízos para sua indústria.

Segundo Adavil Bicelli, Engenheiro de OEM’s e Suporte Técnico, “o lubrificante correto contribuirá para que os elementos de máquinas trabalhem de maneira mais eficiente, ajudando na produtividade do equipamento e podendo lhe conceder inúmeros benefícios como menor gasto com manutenção e economia de energia.”, Eduardo Tavares do Carmo, líder do Centro de Competência Global da Indústria de Aço, complementa “Além dos benefícios aos clientes, esse relacionamento transparente e direto aumenta a confiança entre as partes, o que é essencial nos dias atuais.”

Se você deseja entrar em contato com Eduardo Tavares Carmo, clique aqui.

Para falar com Adavil Bicelli, clique aqui.

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