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Klüber Lubrication e Gerdau

24. November 2015

Klüber Lubrication e Gerdau

Juntos superando expectativas em eficiência energética na indústria

Para medir o percentual de economia gerado e verificar quais são os benefícios mecânicos que o óleo lubrificante sintético oferece quando comparado com o óleo mineral, realizamos um projeto piloto na Gerdau em um redutor de torre de resfriamento, na usina Pindamonhangaba da multinacional brasileira que atua no setor do aço.

 

O projeto consistiu na utilização do líquido lubrificante sintético Klüber Lubrication, de base Poliglicol, e no acompanhamento do desempenho do produto, durante os três meses. Passado esse período, foi verificado que a utilização desses tipos de lubrificantes proporcionou uma economia média de 5%, ou cerca de R$ 3.000,00 por ano, em cada equipamento, considerando a redução anual de consumo de aproximadamente 20 MWh.

 

Para a comparação e aferição da efetividade do projeto, tomamos como base o fato de que no grupo Gerdau a troca de óleo mineral lubrificante ocorria a cada 12 meses, em média. Com o uso do nosso óleo sintético, que tem uma vida útil cinco vezes maior, o período de substituição passou a ser a cada 60 meses. Além disso, há um ganho energético anual de 80%, em razão do menor atrito das peças – nossos óleos lubrificantes têm coeficientes de atrito 50% menores se comparados a um convencional. Essa economia faz com que, em até um ano, todo o investimento feito no produto seja recuperado.

 

Registramos também que o cliente consegue o benefício da redução de mão de obra – pois não precisa mais realizar a troca no sistema de lubrificação a cada ano e, sim, a cada cinco anos –, gera menos descarte de óleo lubrificante usado – já que, com período entre trocas sendo maior, uma quantidade cinco vezes menor de lubrificante industrial será descartada – e, principalmente, diminui problemas mecânicos – menor coeficiente de atrito é igual a redução desgaste das peças e menos problemas com a oxidação do óleo lubrificante –, com isto, aumentaram os índices de confiabilidade e da disponibilidade do equipamento.


A troca de óleo nesse tipo de maquinário – com altura superior a 10 metros – é trabalhosa e, demanda, pelo menos, 6 horas de serviço, considerando que deve ser feita nova montagem no local. A implementação da lubrificação industrial deve ser gradativa; na prática, não há como trocar todo o lubrificante de uma planta de uma só vez, portanto este procedimento deve seguir um cronograma, pois ele deve ser substituído à medida que sua vida útil nos equipamentos vai chegando ao fim.

Conquistando a eficiência energética

O exemplo da Gerdau é apenas um dos sucessos que contabilizamos.

 

De maneira geral, a economia conseguida depende muito da carga solicitada pelo equipamento.

 

Quanto maior a carga, maiores serão os ganhos. Em nosso histórico, temos casos de redução de consumo de 3% até 15%. Na média, normalmente, obtemos resultados em torno de 6% e, para sermos conservadores, informamos aos nossos clientes que a expectativa é de 4% de redução média de consumo.

 

A partir da nossa experiência – adquirida com os mais de 140 cases de eficiência energética – pudemos gerar como referência que cada 1.000 litros de óleo lubrificante sintético Klüber consumido proporciona uma economia de 1.000 MWh por ano. Genericamente, esta solução pode ser empregada em todo tipo e porte de indústria onde exista um grande número de equipamentos como esse (redutores e compressores de ar). Percebemos que, nas indústrias de bens primários (Siderurgia, Mineração, Cimento, Celulose e Papel, Petroquímica e outras), o consumo energético com esse tipo de lubrificação é significativo, pois, usualmente, nestes tipos de unidade fabris estão instalados equipamentos de grande porte e, com isso, são as que têm os maiores potenciais de redução.

 

Outros fatores que contribuem para a eficiência energética são o índice de viscosidade – que mantém a presença do filme lubrificante que evita o contato metal-metal e provoca menos desgaste – e a nossa aditivação diferenciada, juntas, asseguram a performance dele em longo prazo.


É importante registrar que não há um limite rígido de volume de carga. Mas, como também prestamos o serviço de medição para comprovar os ganhos, podemos adotar como referência que, em redutores ou conjunto de equipamentos em que a soma da potência nominal instalada sejam maiores que 50 KW, os ganhos dos tipos de lubrificação já são percebidos pela planta e justificam qualquer investimento inicial.


Fonte: Irajá Ribeiro Jr., gerente de Mercado – Sustentabilidade e Eficiência Energética, da Klüber Lubrication. Para falar com o Irajá clique aqui.

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